Bom meus amigos, como todos já sabem, esse espaço foi criado para que amigos blogueiros como vcs, tivessem aqui um espaço a mais para terem seus trabalhos divulgados ... e dando continuidade a essa idéia, eu trago hoje um texto da minha amiga Lucia Cordeiro .. espero que gostem ...
Ah, Esses Homens e Suas Máquinas!
Um dia eu fui à Tijuca, famoso bairro daqui do Rio, conhecido por ter um dos morros mais atuantes no comércio de porcarias proibidas: o Borel. Eu queria comprar um carro baratinho porque minha grana andava curta.
Vi num anúncio de jornal: Carros Exóticos a Bons Preços? Na Tijuca Tem!
Falei com um amigo meu, que mora lá praquelas bandas, e ele me garantiu que os carros de lá não têm ferrugem porque naquele bairro a maresia não chega nem por decreto: é longe demais do mar.
Então saí de Ipanema, peguei a Lagoa, atravessei o Rebouças, e lá fui eu feliz da vida porque ia comprar um carro bom, diferente e barato.
Fui direto à Rua Uruguai. Encontrei a concessionária que fora anunciada no Jornal.
Um homem simpático me atendeu. Era o Sr.Pensando Naquilo, o dono. Com sotaque gaúcho explicou:
− Se queres tenho uns carros bem interessantes, exóticos, todos em bom estado, vais gostar, tchê. − E continuou:
− Aquela Brasília amarela foi dos Mamonas Assassinas, o Fusca cor-de-rosa pertenceu à dona Marta Suplicy, o Chevette lilás era do Clodovil...
− E aquele Passat de bolinhas pretas? − perguntei, interessadíssima.
− Bah, aquele tem problema. O dono é um tal de Gutão. É do Borel. Ele fala em vender esse carro há uns 10 anos, mas na hora H ele chora, se agarra ao capô, arma um escândalo. Se eu fosse tu, ficava com outro... − falou o homem, coçando a cabeça.
Resolvi ir procurar o tal Gutão pra saber se topava vender o Passat. Peguei o endereço dele com o gaúcho.
Passei por uma rua de pedras, subi por uma estradinha de terra, dobrei à direita, depois à esquerda, subi mais um pouco e cheguei ao topo do Borel, bem dentro da mata. Uma neblina cobria quase tudo, e um frio de lascar me deixou gelada apesar de ser outubro. Parecia que eu não estava no Rio.
Dei de cara com uma casa grande, rústica, coberta de sapê. Na frente uma varanda onde um homem se debruçava sobre um fogão de lenha.
− Boa tarde! − gritei.
No mesmo instante o homem me olhou, surpreso. Segurava uma galinha depenada.
− Está cozinhando? Posso entrar? − perguntei, tentando sorrir.
− O que quer aqui? Estou ocupado, preparando uma janta.
− É o Sr. Gutão? Vim saber do Passat. Quer vender? Foi o Sr.Pensando quem me mandou aqui.
O homem ficou branco, atirou a galinha depenada em minha direção, começou a gritar e caiu pra trás. Percebi que o caso era sério. Aí quem gritou fui eu, pedindo socorro porque vi que o homem estava mal.
Num instante um índio saiu do mato, tacape em punho, pronto pra defender o patrão. Atrás dele, vários outros armados de arco, flechas, zarabatanas: estavam em pé de guerra.
Não esperei nada e despenquei morro abaixo, sem olhar pra trás.
Só parei de correr quando alcancei a concessionária. Na porta, o gaúcho parecia me esperar como se soubesse o que acontecera.
− Cruzes, Sr.Pensando, quase apanhei! Tem um monte de índio naquele lugar! O Sr.Gutão é bravo, hein?
− Eu tentei avisar-te, mas tu ficaste empolgada com o carro! O Gutão é um homem trilegal, é meu compadre, mas se falares no Passat ele vira uma fera. Melhor comprares outro carro, tchê!
− Que diabo de lugar é aquele? Nunca vi nada assim!
− Se tu não sabes, aquilo é uma aldeia indígena perdida na floresta da Tijuca. Gutão já fez de tudo na vida, foi até caminhoneiro, era um homem alegre, mas depois que a Suzana largou dele e veio morar comigo ele virou pajé. Fica lá fazendo comida e tirando fotografia. Só isso, tchê.
− Ah, que pena! E por que ela largou dele?
− Porque ela mandou ele escolher: ou ela ou o Passat. Ele ficou de dar a resposta em um mês... já faz 10 anos!
(Conto de minha autoria, dedicado a dois amigos e suas maravilhosas manias)
Notas do Chutador de Bardis: Bom meus amigos, eu já tinha um post pronto ontem a noite, o qual iria postar hoje pela manhã, mas em face a um carinho enorme de grande, recebido da minha amiga Lucia, resolvi inverter o jogo e fazer um novo post ... queria agora externar a minha alegria por poder desfrutar da amizade de pessoa tão generosa ... um pouco doida, devo admitir ... kkkkkkk ... mas de um coração enorme ... e amizade nos dias de hoje é artigo raro ... brigado lucinha por vc me ter como seu amigo ... escutaremos agora Nara Leão cantando Debaixo dos caracóis dos seus cabelos ... e como todos aqui são de casa, pediria que caso algum de vcs saibam a autoria dos textos acima que dêem uma passadinha aqui que é pra modo de atribuirmos o devido e merecido crédito ... ... enquanto saboreamos essa deliciosa peixada, regada a muitas Stellas super geladas, que é pra modo de espantar esse calor brabo ... e no mais é o que eu sempre digo ... o importante nessa vida são vcs aqui comigo.
"Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz, sua vida nas mãos de ninguém, a absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.
A razão da sua vida é você mesmo.”
Bom meus amigos, como todos já sabem, esse espaço foi criado para que amigos blogueiros como vcs, tivessem aqui um espaço a mais para terem seus trabalhos divulgados ... e dando continuidade a essa idéia, eu trago hoje um texto da minha amiga Afrodite .. espero que gostem ...
Confissão®
Estou vivendo uma fase louca...
Mas confesso;
Minha saudade, não é pouca...
Às vezes penso:
Aqui ainda seria meu lugar?!
Quero voltar;
O dia a dia não deixa...
E nas palavras;
Expresso minha queixa...
Ah! Anjo meu...
Como é bom estar aqui;
Num cantinho só teu...
Sentindo este aroma no ar;
Nem consigo pensar...
Mas tudo o que começa;
Um dia termina...
E agora chorando feito menina;
Vou partir novamente...
Deixando pra ti este poema;
Em forma de canção...
Que chegou até você;
Direto do meu coração.
D.D. Faustino
Coisas da Vida !!!
Suzaninha, naquela época era uma moça feia, desajeitada, perninha fina, coitada, tão desengonçada que nunca
tinha conseguido arranjar um namorado sequer, num ato de desespero, foi pedir auxílio a um curandeiro vidente que atendia pelo estranho nome de Pensando Naquilo.
Minha filha, disse o vidente:
Nesta vida você não vai ser muito feliz no amor, mas na próxima encarnação, você será uma mulher “Toda Boa”, muito cobiçada e todos os homens se
arrastarão aos seus pés..
Suzaninha saiu de lá transtornada, mas ao mesmo tempo muito feliz e, ao passar por um viaduto, não pensou duas vezes, quanto mais cedo eu morrer, mais cedo começará a minha outra
vida!
E dali mesmo se atirou lá em baixo.
Mas, por uma dessas estranhas
coincidências da vida, Suzaninha não morreu ... pois no exato momento da queda passava por lá um caminhão carregado de bananas no qual ela caiu de costas, perdendo, então, os
sentidos...
Assim que se recuperou, Suzaninha ainda atordoada e sem saber bem, onde estava,
começou a apalpar à sua volta e, sentindo a protuberância das
bananas, murmurou, com um sorriso sacana nos lábios: um de cada vez... por favor! Um de cada vez...
Notas do Chutador de Bardis: Bom meus amigos, eu até posso ser chamado de bairrista, mas quer saber, não estou nem ai ... eu não ligo ... ontem mesmo, estava fazendo um calor infernal nessa cidade maravilhosa, o escritório mais parecia, sucursal do inferno, mas chegando em casa e ao abrir a porta do quarto que da pra varanda, a sensação que tive foi a de ter adentrado ao paraíso. A velha e Boa Floresta da Tijuca mais uma vez me brindava com o seu frescor ... embora muitos falem que os tiroteios são constantes .. eu ainda prefiro morrer de bala perdida de amigo do que de desconhecidos ... é ruim deu me mudar desse paraíso ... escutaremos agora os Cranberries cantando Dreams ... pois como eu disse a Tijuca é um sonho, e como todos aqui são de casa, pediria que caso algum de vcs saibam a autoria dos textos acima que dêem uma passadinha aqui que é pra modo de atribuirmos o devido e merecido crédito ... ... enquanto saboreamos essa deliciosa salada, regada a muitas Stellas super geladas, que é pra modo de espantar esse calor brabo ... e no mais é o que eu sempre digo ... o importante nessa vida são vcs aqui comigo.
Hoje doze de outubro, quando comemoramos o dia da criança o meu desejo é que não deixemos a criança que existe dentro de nos morrer...
deixemo-la sair, brincar e sonhar uma das poucas coisas que ainda podemos fazer sem termos de pagar impostos!!!!
Bom meus amigos, como todos já sabem, esse espaço foi criado para que amigos blogueiros como vcs, tivessem aqui um espaço a mais para terem seus trabalhos divulgados ... e dando continuidade a essa idéia, eu trago hoje um texto da minha amiga Ilze .. espero que gostem ...
Ser Criança
Queria voltar a ser criança!
Voar como ave no firmamento,
correr rápida como o vento...
Ver a beleza da flor desabrochar,
o colorido do sol ao morrer
e o brilho da lua ao nascer.
Brincar na areia do mar
e muitos castelos fazer...
Sonhar com um mundo melhor,
sem guerra nem dor,
sem fome ou desamor.
Queria voltar a ser criança,
pura e cheia de esperança
de que este sonho pudesse
sair da minha imaginação
e o mundo a paz conhecesse.
Acreditar que era forte o suficiente
pra tornar tudo diferente...
Que não era só ilusão!
A minha doce e meiga, Suzaninha Toda Boa preocupada com Balunga a nossa cadelinha Schnauzer , resolveu levá-la ao veterinário, porque o animalzinho vinha apresentando sintomas de estar ruim dos ouvidos .
Pensando Naquilo, conceituado veterinário que a muito cuidava dos nossos animais, após examinar minuciosamente a cadelinha disse que não havia problema algum com a audição, muito pelo contrario, o que havia na verdade era uma incidência muito grande de pêlos nas orelhas, diagnosticado o problema de Balunga, Pensando
prescreveu um creme depilatório.
Suzana muito aflita, correu logo à farmácia próxima da nossa casa para comprar o tal creme depilatório prescrito pelo Doutor.
Foi atendida por um jovem farmacêutico que foi logo avisando.
"Se é para depilar debaixo dos braços, a senhora não vai poder usar desodorante por alguns dias".
Suzana atônita respondeu.
"Não meu jovem, não é para usar debaixo dos braços".
O farmacêutico muito solicito, continuou :
"Se é para depilar as pernas, não use creme com álcool tbm durante alguns dias".
Ao que Suzana a essa altura já constrangida respondeu.
"Não, meu senhor não é para usar nas pernas, Se senhor quer saber, esse creme é para usar na minha Schnauzer".
O farmacêutico tomado de repentino rubor facial respondeu-lhe:
"Então, minha senhora, eu lhe aconselharia a não andar de bicicleta durante alguns dias" ...
Notas do Chutador de Bardis: Bom meus amigos, o post de hoje tem o objetivo de homenagear todas as crianças que de trazemos dentro da gente ... algumas adormecidas outras despertas ... no meu caso acredito que a criança esteja bem desperta e doida pra fazer peraltices ... rsrsrsrs .. a todas essas crianças que me lêem eu desejo um feliz dia das crianças .. escutaremos agora uma musica que boas lembranças me traz .. e como aqui, todos já são de casa, pediria que caso algum de vcs saiba a autoria dos textos acima que dêem uma passadinha aqui que é pra modo de atribuirmos o devido e merecido crédito ... ... enquanto saboreamos essa deliciosa torta de bananas que acompanhada de um guaraná, é tudo de bom ... e no mais é o que eu sempre digo ... o importante nessa vida são vcs aqui comigo.
Bom meus amigos, esse espaço foi criado para que amigos blogueiros tivessem aqui um espaço a mais para terem seus trabalhos divulgados ... e dando continuidade a essa idéia, eu trago hoje um texto da minha amiga Marta .. espero que gostem ...
Já era tarde quando acordei.
A chuva que caía agora copiosa, me acordara de um sonho.
Me virei preguiçosamente e quando dei por mim, lá estava ele de frente para a tempestade, fumando um cigarro.
Me encolhi ante minha nudez e da dele, que aliás, era espetacularmente máscula.
Que loucura tinha sido aquela
Como me deixei arrastar , sem palavras, sem ao menos saber aonde iríamos parar
E aquele sorriso, meu Que sorriso era aquele que destruíra qualquer possibilidade de resistência Há meses ele me sorria aquele sorriso franco.
O que nos levara até ali, eu não saberia dizer, como não o soube quando ele apenas pegou minha mão. Um simples toque foi o suficiente para me desarmar
Me deixei ir sem uma única palavra. Nem mesmo que eu quisesse, não conseguiria proferir alguma - o desejo que me oprimia nasceu de um simples toque, como eu poderia resistir
Um silêncio elétrico baixou entre nós- o desejo era evidente, ele dirigia freneticamente e quando entramos naquele quarto só mesmo a força dos nossos corpos adquiriram o som que não ousamos pronunciar.
Num crescendo , ele me acompanhou lentamente enquanto se agarrava às minhas pernas e então eu finalmente sucumbi num gozo interminável que apenas aguçou o que estávamos apenas começando. E quando ele finalmente me tomou foi como se algo dentro de mim explodisse – um desejo, um êxtase que eu jamais conhecera...
E agora, estávamos irremediavelmente juntos...
Quando a chuva parar, voltaremos ás nossas vidas.
Que será de nós agora
Houve um momento na minha vida, que por motivos de ordem econômica me vi forçado a apelar pra direção de um caminhão ... vcs bem sabem como é difícil ganhar a vida nesse pais ... ainda mais no meu caso, que por toda uma formação e por questões de princípios, não consegui arrancar um dedo pra conseguir a tal de aposentadoria por invalidez ... mas isso não vem ao caso agora ... fato é que passei a dirigir caminhões para sobreviver ... eu era então um caminhoneiro, e diga-se de passagem, um bom caminhoneiro ... percorria esse Brasil de norte a sul ... e foi numa dessa viagens levando uma carga para Porto Alegre, que em plena Regis Bittencourt, me bateu uma fome danada ... não era pra menos a muito já passara do meio dia ... resolvi dar uma parada no Galinha Caipira, um restaurante de beira de estrada muito conhecido dos caminhoneiros.
Parei o três eixos no posto que ficava bem ao lado, pedi para abastecer e tbm para darem uma verificada no caminhão, me dirigi ao banheiro pra me refrescar um pouco. Já me sentindo outra pessoa, entrei no restaurante, sentei-me e ato continuo peguei o menu pra dar uma olhada. Só dava galinha, de tudo quanto era tipo, jeito e maneira!!! não era pra menos, o nome do restaurante já dizia tudo ... Chamei o garçom que prontamente me atendeu.
Por gentileza eu gostaria dessa galinha caipira ensopada de vcs, mas antes de prepararem o prato eu gostaria de ver a galinha.
O garçom meio que sem entender direito o porque do pedido mas seguindo a máxima que preconiza que o cliente tem sempre razão, foi até lá dentro e voltou trazendo a galinha. Pronto meu senhor aqui esta a galinha ... agora podemos prepará-la.
Antes que o solicito garçom a levasse de volta pedi licença e pedindo que ele a segurasse, enfiei dois dedos no Cú da galinácea ... feito isso friccionei um dedo contra o outro e cheirei ...antes que o pobre garçom que a tudo assistia atônito falasse alguma coisa, sentenciei ... essa não é a legitima galinha caipira . Essa é lá da granja da dona Kall lá de Bauru .
O garçom espantado corre lá dentro e traz outra galinha . Eu novamente repito o ritual e novamente sentencio ... negativo, pode levar de volta pois não se trata tbm de galinha caipira. Se minha memória não me falha essa é da granja do seu Hank lá de Rio Claro.
O garçom a essa altura sem entender mais porra nenhuma e já bastante aflito corre lá dentro e volta trazendo outra galinha ... repito todo o ritual sendo que dessa vez ... um sorriso me aflora aos lábios ... Essa, sim, é a verdadeira galinha caipira, pode preparar.
Na mesa ao lado um simpático senhor aparentando algo em torno de cinqüenta e poucos anos, trajando vistosa bombacha, que a tudo assistia com um certo ar PENSATIVO ... se levanta e vem na minha direção meio cambaleante, vira-se de costas abaixa as calças e pergunta ... Bah tchê, companheiro, eu enchi a cara, tomei todas e esqueci onde moro... Daria pro amigo descobrir o meu endereço?
Notas do Chutador de Bardis: Bom meus amigos, essa é uma obra de ficção onde quaisquer semelhanças terão sido mera coincidência .. por isso mesmo vou logo avisando que não cabe aqui qualquer retaliação ou mesmo ação judicial ... rsrsrsrs .... brincadeiras a parte gostaria de dizer que atravesso um dos melhores períodos da minha vida ... talvez muito em função da chegada da prima Vera ... isso é uma delicia ... rsrsrsrsrs ... escutaremos agora Johnny Cash cantando Get Rhythm ... e como aqui, todos já são de casa, pediria que caso algum de vcs saiba a autoria dos textos acima que dêem uma passadinha aqui que é pra modo de atribuirmos o devido e merecido crédito ... ... enquanto saboreamos esse suculento frango caipira acompanhado de feijão com arroz e quiabo ... e nada melhor pra rebater essa comida que uma daquelas branquinhas de alambique ... e no mais é o que eu sempre digo ... o importante nessa vida são vcs aqui comigo.