Em um lago, de dificil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro.
Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.
Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: Companheiro, vc entende de leis?
Não responde o barqueiro
E o advogado compadecido:
É pena vc perdeu metade da vida!!!
A professora muito dada entra na conversa.
Seu barqueiro, vc sabe ler e escrever?
Também não, responde o barqueiro.
Que pena!!! Condoi-se a professorinha.
Vc perdeu metade da vida.
Nisso chega uma onda muito forte e vira o barco.
O Barqueiro muito preocupado, pergunta:
Vocês sabem nadar?
Não!!!
Responderam eles rapidamente.
Então é uma pena, concluiu o barqueiro.
Acho que vcs vão perder a vida....
"Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes"
(Paulo Freire)
"Valorize todas as pessoas com as quais vc tenha contato...
Cada uma delas tem algo de diferente para ensinar"...
Convide-o para tomar um café expresso (o simples também serve),
sentados numa mesa, vc poderá descobrir se seu interlocutor é tímido,
introvertido ou completamente egocêntrico? Você descobrirá ao observá-lo
enquanto ele toma um café expresso. Observe como ele reage diante
da espuma que se forma na superfície da xícara, veja o que ele vai
fazer manipulando a colherinha de café. Ou ainda após adoçar o café.
Com a mão direita, ele fica mexendo o café no sentido do relógio?
Seu interlocutor é tímido e sensível; ele se interessa pela
sensibilidade dos seres e não pelas competências deles.
Se ele ficar girando a colher dentro da xícara, com a mão direita
no sentido contrário ao ponteiro do relógio, é uma pessoa ansiosa.
Procure surpreende-lo desde o primeiro encontro: amanhá poderá ser
tarde demais e ele estará pensando em outra coisa. É uma pessoa que
está sempre buscando coisas novas e interessantes, para ele.
Com a mão esquerda no sentido dos ponteiros do relógio: tem uma
grande sensibilidade e um pouco sonhador, completamente desligado
das coisas materiais.
Com a mão direita no sentido contrário aos ponteiros do relógio: é
apressado e gosta de soluções rápidas. Por isso procure despertar a
atenção dele o mais rápido possível. Ele é impaciente e não sabe
esperar. Objetivo demais.
Com a mão esquerda no contrário aos ponteiros do relógio: saiba que
você tem a sua frente uma pessoa que não acredita em nada e
desconfia de tudo e de todos, é um cético na verdadeira expressão
da palavra.
Quando ele mantiver a colher entre o polegar e o
indicador: ele gosta de dirigir e controlar as pessoas à sua volta,
é um manipulador de mão cheia.
Quando ele segura a colher quase na horizontal e ela está na
superfície do líquido do café: pouco importa o que você está
falando, ele estará sempre insatisfeito.
Nota do dono da Quitanda:......Bom meus amigos, numa das minhas
andanças pela net, achei essa pérola de texto no site
(www.dominiofeminino.com.br), e resolvi dividi-lo com vcs.....
E o convite pro café ainda continua de pé
"Lembre-se de ser sempre feliz! Você merece, muito e sempre!
Que as estrelas sempre brilhem em seu caminho e
quando tiver dúvidas de seu brilho, olhe para a lua, ela reflete um pouco dele!"
..........................................................................................Vestida de verão
............
Quando deu por si, estava nua.
Não pensara nisso ao decidir-se pelo vestido novo - branco, de alcinhas, que leve lhe caía como seda pelo corpo desenhado para exibir-se, a cara do verão que lá fora se exaltara - infernal saara de concreto armado.
Olhava-se no espelho feliz porque o vestido parecia ainda mais bonito do que quando o vira pela primeira vez na vitrine da loja e o comprara de estalo quase sem hesitar. Agora, exultava.
Sutiã usava às vezes. Mas com este vestido, não combinava. Também escolhera uma calcinha que parecia inexistir sob o vestido que lhe corria pelo corpo como água contornando pedra.
Feliz, feliz em sua secreta quase nudez, ela sentia-se discretamente livre, sensual sem excessos, exata nela mesma: dona de si.
Quem olhasse, pensava, a veria linda, mas não seria qualquer um que olharia. E isso a excitava: encontrar quem a descobrisse - o príncipe, ela pensava, muito alice, bastando-se. Linda assim não sentia pressa.
Foi com este espírito que deslizou pelas ruas do Centro, à mercê do sol e das sombras escassas, incertas, disputadas. Mas ela mesma vestira-se de um frescor que era como se uma brisa a acompanhasse a adulá-la. Ah, o quanto pode um vestido... E ela mesma não podia imaginar quanto, despreparada para a surpresa que a aguardava.
A entrevista marcada se atrasara um tanto, mas não se afligira e tudo ao final parecia ter corrido bem, se não fosse desta vez, quem sabe de uma outra... Telefonou para uma amiga e as duas fugiram para um café com torta de chocolate em pé no balcão do centro cultural, rindo e falando bobagens, os livros que estavam lendo, os filmes que viram, o ex-namorado que ligou, os filhos que cresciam.
- Bonito seu vestido...
- Também amei...
- Você parece uma grega assim de branco no meio desses mármores...
Sentiu vertigem ao olhar a cúpula vazada de luz no alto da rotunda. Vertigem boa: teve vontade de tirar as sandálias e dançar descalça no chão de mármore. Descalçou um pé e sem olhar o pousou no chão. Um frio manso lhe subiu até a nuca.
Ainda dava tempo de passar no teatro e da Candelária cometeu a extravagância de um táxi até à praça Tiradentes. Encontrou quem procurava e ficou satisfeita ao perceber que ao homem sua beleza inquietara. Quando saiu, ele fizera questão de levá-la até à porta e ela sentiu os olhos dele lhe queimando as costas e decidiu que iria a pé até a estação de metrô.
Mal reparou as nuvens grossas que se acumulavam velozes no horizonte entrecortado de prédios e só se deu conta que a chuva a pegaria antes que chegasse à estação quando o vento desandou insano e gotas enormes e frias começaram a estalar contra o seu corpo. Apressou o passo, mas era tarde. A chuva tornou-se violenta e intensa num átimo e não havia naquele trecho marquises onde se abrigar. Quando deu por si, estava nua, o vestido colado ao corpo como uma segunda pele.
Até chegar à estação foram instantes de comunhão com a chuva e uma remota sensação de infância. Mas ao encarar a multidão que se acumulava no caminho até o trem sentiu que desabava sobre ela o desamparo: não sabia sinceramente que postura tomar e sentiu que poderia chorar a qualquer momento. Cruzou os braços sobre os seios e tratou de descolar inutilmente o vestido das pernas e da bunda. Não gostava do escárnio no olhar dos homens. Não choraria, mas decidiu não encarar ninguém.
Foi com o canto do olho que o viu se aproximar.
- Por favor, ele disse, lhe estendendo o casaco.
Ela não teve coragem de dizer não.
"Desconheço a autoria do texto, agora caso alguem saiba é só entrar em contato.
Venha tomar um café com o Guto Leite, traga o nome do autor/a
terei enorme prazer em atribuir o devido crédito".
No cérebro de um homem havia um neurônio que vivia completamente sozinho.
Num belo dia ele está lá, quieto no seu canto, quando vê outro neurônio passando meio apressado.
O neurônio solitário diz: Oi, tudo bem? Como vai? Que prazer em vê-lo! Vamos conversar?
O neurônio que passava estranha a explosão de alegria e responde:
Oi, companheiro!!! Posso saber o motivo de tanta felicidade ao me ver?
É que você é o primeiro neurônio que eu vejo passar por aqui!
O que vc disse, o primeiro? Espera aí... há quanto tempo você está solitário neste cérebro?
Bem... pra dizer a verdade desde sempre.
Sempre estive aqui!!!
Cara, mas você é muito monga ou o quê?
Desce pro pinto!!!
Tá todo mundo lá!!!
Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam. Geralmente são essas últimas as que vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro ou as mais diversas dores.
Elas me contam que suas vidas transcorrem monotonamente e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que elas encontram de dizer que estão simplesmente perdendo a esperança. Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que elas não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que elas precisam de um amante. O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraidos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida. Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro mas que nos desperta as maiores paixões e sensações indescritíveis.
Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho quando é vocacional, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obssessivo do passatempo predileto... Enfim, é alguém ou algo que nos faz "namorar" a vida e nos afasta do triste destino de durar.
E o que é durar? Durar é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multi-coloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é a preocupação com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Durar é adiar a possibilidade de disfrutar o hoje, fingindo contentar-se com a incerta e frágil sugestão de que talvez possamos fazer amanhã. Por favor, não se empenhe em "durar", procure um amante, seja também um amante e um protagonista ... da vida. Pense que o trágico não é morrer; afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém.
O trágico é não animar-se a viver; enquanto isso, e sem mais delongas, procure um amante ... A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:
"Para se estar satisfeito, ativo e sentir-se feliz, é preciso namorar a vida."
....."Desconheço a autoria desse texto, agora caso alguém saiba é só informar que darei o devido crédito"......................
"Para alcançar um objetivo é necessário sonhar....Não perca tempo,
largue tudo e tente me encontrar..... vá dormir agora, porque nos
teus sonhos eu estarei te esperando.
Descoberta de Novos Distúrbios!!!!!
Essa é especial para os meus amigos Psicólogos, Psiquiatras,
Neurologistas e profissionais da Saúde Mental!!!
Podemos estar ficando parecidos... Cuidado, muito Cuidado!!!
"Acabaram de descobrir o diagnóstico para a minha moléstia.
Recentemente fui diagnosticada com D.A.D.I.A.: Desordem da Atenção
Deficitária na Idade Avançada.
Explico melhor:
Decidi lavar o carro; rumei em direção à garagem e notei minha
correspondência largada em cima da mesa.
OK, vou lavar o carro, mas antes vou dar uma olhadinha na
correspondência, pois pode ter alguma coisa urgente.
OK, vou colocar as contas a pagar na escrivaninha e jogar o lixo
fora, mas já que vou perto da caixa do correio, decido pagar primeiro
estas contas.
Agora, onde está meu talão de cheques?
Ops.... tenho apenas uma folha de cheque no meu talão. Meus novos
talões estão na escrivaninha.
Oh, lá está a coca que eu estava bebendo.
Vou buscar aqueles talões, mas antes eu preciso levar minha coca para
longe do computador, talvez seja melhor colocá-la na geladeira para
gelar um pouco.
Vou em direção à cozinha e presto atenção às flores, que precisam
urgentemente de água.
Coloco a coca no balcão da cozinha e Oh!!! achei meus óculos!
Procurei por eles a manhã toda!
Melhor eu guardá-los logo.
Encho um regador com água e vou em direção às flores... aaah!
Alguém deixou o controle remoto da TV na cozinha.
À noite, quando formos assistir à televisão, nunca iremos pensar em
procurá-lo na cozinha, então é melhor levá-lo para a sala, onde é o
seu devido lugar.
Rego às plantas e, sem querer, derramo um pouco de água no chão.
Jogo o controle remoto no sofá, e vou andando pelo corredor e tento
me lembrar o que é que eu estava indo fazer.
Final do dia: O carro não foi lavado, as contas não estão pagas, a
coca ainda está largada no balcão da cozinha, as flores foram
regadas apenas pela metade, o talão de cheques está apenas com uma
folha, e parece que não encontro as chaves do carro!
Quando tento entender porque nada foi feito hoje, fico atônita, pois
...SEI QUE ESTIVE OCUPADA O DIA TODO!!!
Percebo que isto é uma coisa seriíssima e que irei em busca de
auxílio, MAS ANTES, acho que vou checar se já postei esse texto no meu Blog.
....."Desconheço a autoria desse texto, agora caso alguém saiba é só informar que darei o devido crédito"..................
O texto abaixo é de um comercial criado pelo Olivetto e que foi veiculado nos cinemas recentemente. No filme, a tela fica toda branca enquanto a narração diz o seguinte:
Esse comercial não tem mulher de biquíni, Não tem cachorro, Não tem criança, Não tem bebezinho. Esse comercial não tem casal, Não tem beijo, Não tem pôr-do-sol, Não tem família tomando café da manhã.Não tem Falsas Justiceiras.
Esse comercial não tem música de sucesso, Não tem efeito especial,
Não tem tartaruga jogando bola. Esse comercial não tem gente famosa
Nem garoto propaganda, Porque esse comercial é pra vender um produto
Que ninguém precisa ser convencido a comprar.. Esse comercial é para vender um produto Que você adora consumir, E que por sinal,
Você até já comprou, Só que não estão entregando. É um produto que não tem marca Nem tem slogan, Não tem embalagem Nem faz promoção tipo leve 3, pague 2. Esse comercial é todo branco E desse jeito,
Ele pode ser entendido aqui e no mundo inteiro. Aliás, seria muito bom que esse comercial Pudesse passar no mundo inteiro. Porque o produto que esse comercial quer vender é a PAZ. Enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ não compra,
Faça assim: Pegue o estoque de PAZ que você ainda tem em casa, Use no trânsito. Use na fila do banco. Use no elevador. Use no futebol. Use no trato com seus amigos blogueiros, Paz é um produto interessante, Porque quanto mais você usa, Mais você tem. E se todo mundo usar, Quem sabe chegue o dia Em que ninguém mais Precise fazer um comercial para vender a paz."
Transmito explicação de um operário irmão, acidentado no trabalho, à sua Cia. de Seguros. Pois a mesma havia estranhado tantas fraturas num mesmo acidente.
Chamo a atenção para o fato de que se trata de um caso verídico, cuja transcrição foi obtida através de cópia documental dos arquivos da Cia seguradora envolvida, o caso foi julgado no Tribunal da Comarca de Cascais - Portugal.
À Cia Seguradora
Exmos Senhores:
Em resposta ao seu gentil pedido de informações adicionais, esclareço:
No quesito 3 da comunicação do sinistro mencionei: "tentando fazer o trabalho sozinho" como causa do meu acidente.
Em vossa carta V. Sas. me pedem uma explicação mais pormenorizada, pelo que espero sejam suficientes os seguintes detalhes:
Sou assentador de tijolos e no dia do acidente estava a trabalhar sozinho num telhado de um prédio de 6 (seis) andares.
Ao terminar meu trabalho, verifiquei que haviam sobrado 250 tijolos.
Em vez de os levar a mão para baixo (o que seria uma asneira), decidi, num acesso de inteligência, colocá-los dentro de um barril, e, com ajuda de uma roldana, a qual felizmente estava fixada em um dos lados do edifício (mais precisamente no sexto andar), descê-lo até o térreo.
Desci até o térreo, amarrei o barril com uma corda, e subi para o sexto andar, de onde puxei o dito cujo para cima, colocando os tijolos no seu interior.
Retornei em seguida para o térreo, desatei a corda e segurei-a com força para que os tijolos (250 kg) descessem lentamente (denotar que no quesito 11 informei que meu peso oscila em torno de 75 kg).
Surpreendentemente, senti-me violentamente alçado do chão e, perdendo minha característica presença de espírito, esqueci-me de largar a corda.
Acho desnecessário dizer que fui içado do chão a grande velocidade.
Nas proximidades do terceiro andar, dei de cara com o barril que vinha a descer.
Ficam pois, explicadas as fraturas do crânio e das clavículas.
Continuei a subir a uma velocidade um pouco menor, somente parando quando os meus dedos ficaram entalados na roldana.
Felizmente, nesse momento já havia recuperado a minha presença de espírito e consegui, apesar das fortes dores, agarrar a corda.
Simultaneamente, no entanto, o barril com os tijolos caiu ao chão, partindo seu fundo.
Sem os tijolos, o barril pesava aproximadamente 25kg (novamente refiro-me ao meu peso indicado no quesito 11).
Como podem imaginar, comecei a cair vertiginosamente, agarrado à corda, sendo que, próximo ao terceiro andar, quem encontrei? Ora pois, o barril que vinha a subir.
Ficam explicadas as fraturas dos tornozelos e as lacerações das pernas.
Felizmente, com a redução da velocidade de minha descida, veio minimizar o meus sofrimentos quando cai em cima dos tijolos embaixo, pois felizmente só fraturei três vértebras.
No entanto, lamento informar que ainda houve, agravamento do sinistro, pois quando me encontrava caído sobre os tijolos, incapacitado de me levantar, e vendo o barril acima de mim, perdi novamente minha decantada presença de espírito e larguei a corda.
O barril, que pesava mais do que a corda, desceu e caiu em cima de mim, fraturando-me as pernas.
Espero ter fornecido as informações complementares que me haviam sido solicitadas.
Outrossim, esclareço que este relatório foi escrito por minha enfermeira, pois os meus dedos, ainda guardam a forma da roldana.
"As vezes na vida temos que parar para um balanço, mas engana-se quem pensa que vamos ficar parados a vida toda...Não vai ser atravez do Odio que irão parar o Chutando o Bardi... Meus amigos amanhã estarei de volta, com a corda toda...Um beijo grande do Carioca de bem com a vida... Guto Leite"
"Dar não é fazer amor.
Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca....
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais.
Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida de uma publicitária em começo de carreira é
estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou
depois de amanhã.
Tem caras que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para as mais desavisadas, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazia.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra
dar primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: "Que cê acha amor?".
Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você
flutuar o suficiente pra nem perceber as catarradas na rua.
Se você for chata, suas amigas perdoam.
Se você for brava, as suas amigas perdoam.
Até se você for magra, as suas amigas perdoam.
Experimente ser amada, duvido que te perdoem"..
Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado. Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser palhaço.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone, já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já fiz confissões antes de dormir num quarto escuro pro melhor amigo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já saí pra caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
"Qual a sua experiência?"
Essa pergunta ecoa no meu cérebro:
"Experiência...experiência..."
Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?
Não!!!
Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
O amor é como uma borboleta. Por mais que tente pegá-la, ela fugirá. Mas quando menos esperar,ela está ali do seu lado. O amor pode te fazer feliz, mas às vezes também pode te ferir. Mas o amor será especial apenas quando você tiver o objetivo de se dar somente a um alguém que seja realmente valioso. Por isso, aproveite o tempo livre para escolher.
Para meus amigos NÃO SOLTEIROS.
Amor não é se envolver com a "pessoa perfeita", aquela dos
nossos sonhos. Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real,exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
Para meus amigos PAQUERARADORES.
Nunca diga "te amo" se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida, se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém, se não quiser vê-lo derramar em lágrimas pôr causa de ti. A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone pôr você, quando você não pretende fazer o mesmo.
Para meus amigos CASADOS.
O amor não te faz dizer "a culpa é", mas te faz dizer "me
perdoe". Compreender o outro, tentar sentir a diferença, se colocar no seu lugar.Diz o ditado que um casal feliz é aquele feito de dois bons perdoadores. A verdadeira medida de compatibilidade não são os anos que passaram juntos; mas sim o quanto nesses anos vocês foram bons um para o outro.
Para meus amigos de CORAÇÃO PARTIDO.
Um coração assim dura o tempo que você deseje que ele dure, e
ele lastimará o tempo que você permitir. Um coração partido sente saudades, imagina como seria bom, mas não permita que ele chore para sempre. Permita-se rir e conhecer outros corações.
Aprenda a viver, aprenda a amar as pessoas com solidariedade, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar os outros, aprenda a viver sua própria vida. A dor de um coração partido é inevitável, mas o sofrimento é opcional. E lembre-se: é melhor ver alguém que você ama feliz com outra pessoa, do que vê-la infeliz ao seu lado.
Para meus INOCENTES amigos.
Ela(e) se apaixonou pôr ti, e você não teve culpa, é verdade.
Mas pense que poderia ter acontecido com você. Seja sincero, mas não seja duro; não alimente esperanças, mas não seja crítico; você não precisa ser namorado(a), mas pode descobrir que ela(e) é uma ótima pessoa e pode vir a se tornar uma(um) grande amiga(o).
Para meus amigos que têm MEDO DE TERMINAR.
Às vezes é duro terminar com alguém, e isso dói em você.
Mas dói muito mais quando alguém rompe contigo, não é verdade? Mas o amor também dói muito quando ele não sabe o que você sente. Não engane tal pessoa, não seja grosso(a) e rude esperando que ela(e) adivinhe o que você quer. Não a (o) force terminar contigo, pois a melhor forma de ser respeitado é respeitar. E a melhor forma de respeitá-la(o) é sendo verdadeiro(a) e sincero(a).
Lembre-se .. o tempo passa e não volta atrás. Não adianta dar murro em ponta de faca .
Pra terminar .......
Eterno é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com
tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o
resgata...
Já são tantas. Milhares...Milhões. Uma verdadeira rama, florescendo por todo o planeta. Lilás.
São Maria-sem-vergonha de ser mulher.
Não são florzinhas. São mulheres se agrupando, misturando cores, gritando encantos, exibindo suas verdades.
São domésticas, bailarinas, médicas, estudantes, bancárias, professoras, escritoras, garis, brancas, negras, índias, meninas...agricultoras... São sem-vergonha de lutar, acreditar, denunciar, exigir, reivindicar, sonhar...
São Maria-sem-vergonha de dizer que ainda falta trabalho, salário digno, respeito...que ainda são vítimas da violência física, da porrada, do assédio, do estupro, do aborto, da prostituição, da falta de assistência...
São Maria-sem-vergonha de se indignar diante do preconceito, da escravidão, da injustiça, da discriminação de seus cabelos pixaim e à sua pele negra...
São Maria-sem-vergonha de brigar por creches, educação, saúde, moradia, terra, comida, meio ambiente...
São Maria-sem-vergonha de ficar bonita, pintar a boca e da sua boca soltar um beijo que não vem da boca, mas do seu ser inteiro, indivisível, solidário.
São Maria-sem-vergonha de dizer NÃO, de buscar alegria, prazer...
Sem vergonha de se cuidar, de usar camisinha e de se apaixonar. Atrevidas. Maria sem vergonha de decidir, fazer política, escolher e ser escolhida...
São essas sem vergonha que a cada tempo mudam a história.
Conquistam direitos. Dão a vida. Geram outras vidas.
Insistentemente, desavergonhadamente vão tecendo de cor e beleza, o desbotado das relações humanas. Sem medo, sem disfarce, sem vergonha de ser feliz vão parindo com dores e delícias um novo mundo prá mulheres e homens. Um novo mundo prá "comunidade dos seres"
humanos, plantas e animais. Parabéns mulher, sem vergonha de ser mulher!!!!
Parabéns homem que não tem medo de amar a "Maria" que está ao teu lado.
O que você quer? O que você sabe?
Não é fácil pra mim
Meu fogo também me arde
Às vezes me vejo tão triste
Onde você vai ?
Não é tão simples assim
Porque às vezes
Meu coração não responde,
Só se esconde e dói
Por favor, não vá ainda
Espera anoitecer
A noite é linda,
Me espera adormecer
Não vá ainda, não vá ainda
Me diga como você pode
Viver indo embora
Sem se despedaçar ?
Por favor, me diga agora
Ou será
Que você nem quer perceber ?
Talvez você
Seja feliz sem saber.
Por favor, não vá ainda
Espera anoitecer
A noite é linda,
Me espera adormecer
Não vá ainda, não vá ainda
O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 2002 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.
Os americanos começaram na maciota:
Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.
Os canadenses responderam de pronto:
Recomendo mudar o seu curso 15 graus para sul.
O americano ficou mordido:
Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o seu curso.
Mas o canadense insistiu:
Não. Mude o seu curso atual.
O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao
microfone:
- ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, UM, CINCO, GRAUS NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.
E o canadense respondeu:
Aqui é um farol, câmbio!
Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos... quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós quando na verdade nós é que deveríamos mudar o nosso rumo....
Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez,
dentro de nós mesmos, há muitos anos...
Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos...
Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas,
barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de
chumbo e figurinhas...
Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda,
quando seus pais compravam sorvete: "chikabon, tombon, eskibon"...
tudo danado de bom!
Onde ela está? Para que lado ela foi?
Quem a vir, que venha nos falar... ainda é tempo de fazermos com que
ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e
deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal,"ainda que as uvas se
transformem em passas,o coração é sempre uma criança disposta andar
de balanço"....
Hoje ao iniciar-se mais um ano de vida, não deixe a criança que existe dentro de vc morrer...
deixe-a sair, brincar e sonhar uma das poucas coisas que ainda podemos fazer sem termos de pagar impostos!!!!
OBS: Quem tem Cumadre amiga não morre sem foto....O meu muito obrigado vai para o mudandodeassunto.blig.ig.com.br por ter gentilmente cedido a foto.....